23 de março de 2017

SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO

A despeito da turba contrária EU GOSTEI DA APROVAÇÃO.

Se PT, legendas acessórias, penduricalhos ideológicos, professores da USP, Unicamp,  Puc e qualquer outra concentração de acadêmico (sic!) esquerdopta são contra, então, é bom.

Tem uma peãozada espumando por "direitos" e alegando serem vítimas da terceirização. Pau no gato. Abram seus CNPJ's e vão disputar mercado com quem não inventa desculpa da inflamação de cabelo para não trabalhar e, ainda assim, achar que está se dando bem nas costas do "trouxa" do patrão.

Sindicatos são contra? Hum... será que eles percebem a possibilidade de reduzir receita com aquela FACADA COMPULSÓRIA que aparece nos holerites e ninguém sabe onde vai parar?

Os populistas dirão: 'Ah, mas tem muita gente do povão contra'. Para quem pauta decisões pensando em urnas é algo a ser considerado. Quem, no entanto, pensa a república e tem algum compromisso sério com o futuro, não vai se abalar por gritaria. 

A voz do povo, não é a voz de Deus. É apenas mais uma voz.

Há 2 mil anos, foi a voz das massas que pressionou o império romano a crucificar um inocente. Seu nome? Jesus, de Nazaré. Logo, não sou seduzido, tampouco convencido por maiorias protestadoras de direitos e avessas a deveres.

Por 10 anos vi meu holerite sendo mordido pelo crocodilo chamado SINDICATO. Nunca consegui pegar um bronzeado ao menos em um clube de campo. E agora os sindicatos querem fazer circo? Ah! Vão se catar, aspones profissionais.

Ah! Tem juízes trabalhistas que não gostam da medida? Sugestão: usem metade de seus proventos para abrir uma pastelaria (coisa "simples").

Mostrem, na prática, como se aplica a lei em prol do proletariado. Se são sempre tão favoráveis a pinguços, malandros e afins, certamente serão verdadeiros paizões com esta mesma gente quando descobrirem o que é ser lesado por "vagabundo cheio de direitos" e avesso a deveres.

22 de novembro de 2016

SOU MISCIGENADO. E DAÍ?

Aos imbecis que eventualmente imaginarem que não gosto de preto por ser contra o feriado de 20 de novembro, aviso que minha avó materna era uma negra puro sangue, legítima, forte, linda.

Lamentavelmente, a perdi antes da adolescência e não éramos muito pródigos nas fotografias. O que me privou de hoje ter fotos para exibir ao seu lado.

Mas tenho orgulho de dizer que sou neto de uma negra vencedora, que mal sabia assinar o nome, só conseguia ler as páginas da Bíblia, mas sempre foi guerreira, chegou a liderar empreendimento na venda de carvão em Ilhéus-BA, que garantia mais provisão para a família do que meu avô com seus traços de judeu polonês.

Sou neto de uma negra que nunca precisou berrar que era negra para ser respeitada. Simplesmente o era porque sabia se impor. Não adotava a auto-vitimização.

Não sou afro-descendente. Sou filho de brasileiro preto. Sou neto de brasileira preta. E isso me basta. Não preciso de política afirmativa para reconhecer e/ou praticar igualdade racial. Eu já a vivo.

9 de dezembro de 2015

Obviedade academicista


Estão divulgando como novidade uma pesquisa que "concluiu" o óbvio: as pessoas que fazem as coisas em parceria conseguem manter o foco no objetivo proposto e alcançam melhores resultados!!! Meu Deus! Acabaram-se as guerras depois desta.

Se esses pesquisadores lessem a Bíblia, ganhariam tempo com algumas constatações. Afinal, o rei Salomão já escreveu há alguns MILÊNIOS:
"Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. 

Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante.
Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? 
E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa." (Eclesiastes 4.9-12).
Simples assim.

 
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